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Oferecemos como sugestão às autoridades e à população da cidade de João Pessoa uma modesta e sincera contribuição à expansão imobiliária em nossa cidade. Seguem abaixo algumas sugestões que, com toda certeza, se forem adotadas, gerarão trabalho, renda, inclusão social e darão um grande impulso ao desenvolvimento econômico e social da capital.
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João Pessoa e uma cidade com grande potencial turístico e comercial, mas com sérios problemas para que o desenvolvimento econômico através da expansão imobiliária se faça presente de modo planejado, responsável e definitivo. São eles: falta de planejamento, de infra-estrutura e de decisão política como é do conhecimento de todos. Há tempos estabeleceu-se uma polêmica no que diz respeito a construção de espigões na nossa orla, como se a liberação da construção destes empreendimentos à beira mar, resolvessem os problemas de falta de alternativas de desenvolvimento econômico através da expansão imobiliária para a cidade. A ausência de um eficiente sistema de esgotamento sanitário, as estreitas ruas que formam a sua malha viária e a pequena faixa de areia banhada pelo mar, mostram com clareza que é impossível se liberar a construção de espigões na avenida beira mar. No caso da liberação, só teríamos a oferecer aos turistas e moradores, engarrafamentos e praias interditadas para banho.
Há uma reserva de progresso que irà permitir a expansão imobiliária responsável: ela promoverá o desenvolvimento econômico na nossa cidade e precisa ser analisada. É o Altiplano do Cabo Branco e, em conseqüência, a zona sul da capital. O ponto fundamental para que se inicie um processo de desenvolvimento econômico através da expansão imobiliária naquela região e o questionamento do porquê das restrições e das proibições que foram impostas a tudo que se refere a ocupação daquele bairro.
Precisamos saber o porquê e a quem interessa as leis e as regras que prejudicam milhares de pessoas, a população pessoense e não beneficia ninguém. Leis que apenas impedem o desenvolvimento econômico através da expansão imobiliária, impedindo a geração de trabalho, ocupação e renda para que o nosso povo atenda com dignidade as suas mais básicas necessidades, para que seus sonhos se realizem.
Iniciei minha profissão trabalhando com meu pai no planejamento, nas vendas e administração do loteamento Visão Panorâmico no Altiplano do Cabo Branco. Acredito no imenso potencial de desenvolvimento daquela região. Precisamos urgentemente corrigir injustiças feitas com milhares de proprietários de lotes de terrenos que de forma absurda ficaram privados de construir as suas residências e outros empreendimentos em terrenos legalizados, sem sequer serem indenizados.
São varias loteamentos aprovados com lotes medindo aproximadamente 12 metros de largura por 30 metros de comprimento e que, de forma absurda e atendendo interesses de poucos, provocaram o estabelecimento de áreas onde somente em terrenos superiores a 2.500 metros e 5.000 metros poderia se construir, além de várias limitações no que se refere a ocupação e aproveitamento das áreas. Essa situação faz com que os lotes se desvalorizem chegando alguns deles a valer no mercado imobiliário menos que seu debito de tributos à Prefeitura Municipal de João Pessoa. Isso faz com que os proprietários abandonem seus terrenos promovendo a ocupação desordenada de uma área nobre da cidade.
Devemos ter a determinação de repensar e promover a ocupação racional e responsável da região citada, que consideramos o início de uma nova João Pessoa.
Ao longo da avenida panorâmica, se dirigindo a zona sul, na Avenida Hilton Souto Maior, PB008 e em outras grandes artérias e avenidas existentes na região existem vários lotes com diversas dimensões que não estão sendo ocupadas devido às restrições. São áreas disponíveis para construção de unidades, condomínios e edifícios residências, mercados públicos, distritos comercias, industriais, universidades, escolas, hospitais, casas de show, supermercados, concessionárias, shoppings e milhares de novos empreendimentos.
Liberada a construção de forma responsável nos terrenos da região, vamos possibilitar um aumento na arrecadação de impostos e condições de viabilizarmos projetos de implantação de infra-estrutura que se antecipem e se acomodem a nova situação de ocupação.
Considero que o grande entrave do progresso e desenvolvido em nossa cidade é o estado de abandono e falta de alternativas de ocupação para o “Costa do Sol”. É fundamental que este projeto seja repensado com seriedade. Concluir a infra-estrutura da região, fazer estudos para que se possa permitir desmembrar e remembrar lotes, criar as condições necessárias para formação de um grande consórcio de construtores e empresários pessoense e paraibanos admitindo parcerias com empresários nacionais e internacionais. Construir na beira mar grandes empreendimentos hoteleiros e nas áreas remanescentes grandes projetos residenciais e de lazer. Realizar um diagnóstico conclusivo dos problemas do “Costa do Sol” de forma transparente.
Fazer acontecer uma audiência pública com a participação de todas as representações da sociedade para que se estabeleçam debates sobre os problemas e possíveis soluções da questão do local. Esta ação fará, sem dúvidas, com que se desperte um gigante adormecido da nossa terra para que se cumpra o papel que o destino, com toda clareza lhe reservou: progresso e desenvolvimento econômico de forma responsável e sustentável para a nossa cidade, arrecadando recursos que irão promover a melhoria da qualidade de vida de toda a população através da inclusão social da sua população menos favorecida.
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